
As novas tecnologias invadem o espaço escolar. A última novidade é a lousa digital que, além de aposentar o giz, anuncia uma era de interatividade para professores e alunos. Esta tecnologia está disponível no Colégio Marista. A escola, além da onda digital, também aderiu aos robôs, montados pelos próprios alunos. As novidades, no entanto, não substituem a figura do professor.
“Os educadores passam a conversar na mesma linguagem com os alunos”, destaca Oswaldo Martins da Costa Patrão, coordenador pedagógico da área de Tecnologia Educacional. Segundo ele, a mediação do professor é imprescindível para direcionar os conteúdos para que os alunos possam criar massa crítica, saindo da zona de conforto intelectual.
A lousa passa a interagir com professores e alunos com um simples toque de caneta. Censores através do quadro emitem sinais digitais para um computador, o qual comanda as mensagens visuais para um data show. O professor pode escrever, rabiscar, destacar, selecionar, acessar a internet.
A novidade não pára por aí: os alunos, além de interagir com o equipamento, podem baixar depois o conteúdo da aula via internet; no caso, o site do próprio Marista. O sistema é comandado por um software específico e custa, junto com a parte de hardware (computador e lousa), cerca de R$ 8 mil.
Robótica
O Colégio Marista está investindo também em robótica. Alunos se revezam na montagem de robôs da Lego Education, parceira do Colégio Marista num projeto de educação tecnológica. A aluna Paola Bianchessi, 14 anos, da 8ª série, aprova a iniciativa. “Sai da rotina da sala de aula, tem a ver com tecnologia e por isso me identifico”, resume a aluna. O estudante Marcelo Neckel, 14, 8ª série, vai na mesma linha. “Aprendo a trabalhar em grupo, e é divertido”.
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